Ministério da Saúde Adverte: Não fume seu iPhone!
6% responderam o número 1 e disseram que não são dependentes do iPhone.
10% responderam o número 5, considerando-se totalmente viciados no aparelho da maçã.
34%, escolheram número 4. Entre os que não se acham viciados,
Entre os que não se consideraram viciados, 32% afirmaram que têm medo de se tornar um.
Cerca de 85% dos usuários que participaram da pesquisa usam o iPhone como relógio e 89% como um despertador (até aí nada demais, isso acontece com qualquer celular). Entre esquecer o aparelho ou a carteira em casa, 69% prefere a segunda opção- eu incluso :).
Segundo análise da professora de antropologia Tanya Luhrmann, que coordenou a pesquisa, o estudo indica como as pessoas se indentificam com o aparelho. “Não é sobre o objeto em si, mas ele tem tanta informação pessoal que acaba se tornando uma extensão da mente”, disse ao San Jose Mercury News.
Tanya afirma, porém, que não considera a relação dos estudantes com o iPhone uma dependência nociva. “Eu acho que eles realmente gostam de seus iPhones”, diz. Entre as vantagens apontadas na pesquisa, 70% dizem que o celular os deixou mais organizados e 54%, mais produtivos. Cerca de 74% dos estudantes se sentem mais “cool” com o aparelho. Enquanto isso, Steve Jobs sorri em seu bunker.
Mais uma prova de que os usuários de iPhone tratam de maneira "diferenciada" seu aparelho ficou nessa parte do resultado: 3% dos estudantes dizem não deixar ninguém tocar seu iPhone, 3% deram um nome para o seu aparelho, 8% admitiram já ter pensado “meu iPod está com ciúmes de meu iPhone” e 9% disseram já ter feito carinho no celular. E vocês? Se sentem assim também em relação aos seus iPhones?